terça-feira, 30 de maio de 2017

DNIT libera um dos retornos de viaduto na BR 101 a grande Natal.


Um dos retornos sob o viaduto de Emáus, na Grande Natal, foi liberado na ultima  segunda-feira (29) para o tráfego de veículos. O trânsito fica livre para quem segue no sentido Natal-Emaús e quer voltar em direção à capital. Este é o segundo viaduto que será entregue de um pacote de seis que estão sendo construídos entre Natal e Parnamirim.

A previsão de liberação do retorno para quem segue no sentido Parnamirim-Emaús é que ele fique pronto ainda nesta semana. “O capeamento asfáltico já foi feito. Agora é esperar o tempo de cura para que possamos fazer a pintura”, disse o superintendente do DNIT, Willy Saldanha.


O viaduto de Emaús está em construção desde novembro do ano passado. O projeto prevê ainda cinco passarelas, drenagem, pavimentação e remanejamento de paradas de ônibus. A previsão da conclusão do pacote de obras é para dezembro de 2018. Fonte  G1

Fundação prevê 6 mil novos empregos em área afetada por tragédia de Mariana


As ações de reparação dos prejuízos causados pela tragédia com a barragem da mineradora Samarco deverão gerar, nas cidades afetadas de Minas Gerais e do Espírito Santo, cerca de 6 mil novos empregos até 2020. Esta é a estimativa feita a partir de um levantamento realizado ao longo da bacia do Rio Doce, onde a Fundação Renova traçou o perfil, as vocações e as potencialidades econômicas de cada município, desde Mariana (MG) até Regência (ES).

Levando em conta toda a rede de fornecedores a ser mobilizada, as oportunidades seriam ainda maiores. Além dos 6 mil empregos diretos criados para as ações de reparação, estima-se que, indiretamente, outros 9 mil postos de trabalho sejam gerados. O pico das contratações é previsto para ocorrer no segundo semestre de 2018 e no primeiro semestre de 2019.

A tragédia de Mariana ocorreu em 5 de novembro de 2015, quando o rompimento na barragem de Fundão, pertencente à mineradora Samarco, liberou no ambiente mais de 60 milhões de metros cúbicos de rejeitos. Além de devastar a vegetação nativa, a lama poluiu a bacia do Rio Doce, destruiu comunidades e provocou a morte de 19 pessoas. 

Desde então, a Samarco está com suas atividades paralisadas e não possui no momento previsão de retomada dos trabalhos, após negociação com uma prefeitura ser judicializada. O episódio é considerado a maior tragédia ambiental do país. Fonte Agencia Brasil



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