terça-feira, 29 de novembro de 2011

Polícia apreende caça-níqueis


Uma operação da Polícia Civil apreendeu durante a tarde desta terça-feira, 29, mais de 90 máquinas caça-níqueis em uma residência localizada no bairro de Candelária - zona sul de Natal. A ação ocorreu após denúncias anônimas e investigações com policiais infiltrados no local. Sete pessoas foram detidas para esclarecimentos e assinarão um Termo Circunstanciado de Ocorrência, antes da liberação.

Uma operação da Polícia Civil apreendeu durante a tarde desta terça-feira, 29, mais de 90 máquinas caça-níqueis em uma residência localizada no bairro de Candelária - zona sul de Natal. A ação ocorreu após denúncias anônimas e investigações com policiais infiltrados no local. Sete pessoas foram detidas para esclarecimentos e assinarão um Termo Circunstanciado de Ocorrência, antes da liberação.

A casa fica localizada na rua João Paulo I, em Candelária, já próximo à marginal da rodovia BR-101. Os agentes ainda conseguiram apreender R$ 395 que estavam depositados na máquina. A partir da apreensão, será dado início a uma investigação para apurar mais informações sobre o proprietário do negócio ilegal.

A rua pacata não parece sediar uma casa de jogos. A frente da casa não dá brechas para especulação. Os muros altos e as janelas sempre fechadas não permitem que quem passe na rua visualize qualquer jogatina. As máquinas caça-níqueis se espalhavam por quatro cômodos, todos climatizados.

O negócio procurava oferecer a logística para atrair clientes. Quem não tivesse dinheiro, poderia passar o cartão de crédito ou débito. Aos sábados, era oferecida uma feijoada. Para o dia 20 de dezembro, estava programado o sorteio de uma moto.

Através dos cupons encontrados para o sorteio, que contém os telefones dos jogadores, a Polícia Civil espera conseguir mais informações sobre os criminosos envolvidos com os jogos ilegais.

Uma operação da Polícia Civil apreendeu durante a tarde desta terça-feira, 29, mais de 90 máquinas caça-níqueis em uma residência localizada no bairro de Candelária - zona sul de Natal. A ação ocorreu após denúncias anônimas e investigações com policiais infiltrados no local. Sete pessoas foram detidas para esclarecimentos e assinarão um Termo Circunstanciado de Ocorrência, antes da liberação.

A casa fica localizada na rua João Paulo I, em Candelária, já próximo à marginal da rodovia BR-101. Os agentes ainda conseguiram apreender R$ 395 que estavam depositados na máquina. A partir da apreensão, será dado início a uma investigação para apurar mais informações sobre o proprietário do negócio ilegal.

A rua pacata não parece sediar uma casa de jogos. A frente da casa não dá brechas para especulação. Os muros altos e as janelas sempre fechadas não permitem que quem passe na rua visualize qualquer jogatina. As máquinas caça-níqueis se espalhavam por quatro cômodos, todos climatizados.

O negócio procurava oferecer a logística para atrair clientes. Quem não tivesse dinheiro, poderia passar o cartão de crédito ou débito. Aos sábados, era oferecida uma feijoada. Para o dia 20 de dezembro, estava programado o sorteio de uma moto.

Através dos cupons encontrados para o sorteio, que contém os telefones dos jogadores, a Polícia Civil espera conseguir mais informações sobre os criminosos envolvidos com os jogos ilegais.

De acordo com o delegado Sílvio Fernandes Nunes Silva, titular da Delegacia de Costumes, a polícia chegou no local em função de uma denúncia. "Felizmente houve a denúncia e nós conseguimos localizar e fazer essa apreensão", disse. O delegado acredita ainda que a casa funcionava há cerca de um mês no local.

Para Sílvio Fernandes, de todas as operações de fechamentos de casas de jogos que a delegacia tem realizado nos últimos meses, essa é considerada a de maior importância. "Das operações que fizemos, essa é a maior que tem", acredita.

O delegado acredita que seja necessário um investimento de R$ 100 mil para montar uma estrutura criminosa como a flagrada pela polícia ontem. Os empresários envolvidos com o negócio ilícito, no entanto, não desistem após a primeira ação policial. "Já realizamos algumas operações e os empresários migram. Eles não desistem depois que a gente pega pela primeira vez", afirmou.

FONTE-TRIBUNA DO NORTE

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