segunda-feira, 18 de novembro de 2013

VEREADOR MARCELO MESQUITA É ELEITO O NOVO PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE NÍSIA FLORESTA.

O palácio Almir da Silva Leite ficou repleto de pessoas que foram acompanhar o processo de escolha do novo presidente da Câmara Municipal de Nísia Floresta, para o biênio 2015/2016, ocorrido na manhã desta quinta-feira (14). Na disputa estiveram os vereadores Eugênio Gondim (PSD), que já exerceu o cargo, e Marcelo Mesquita (PMDB), o mais votado nas eleições de 2012. A “briga” foi boa, como já era de se esperar. A eleição dividiu a Casa Legislativa Nisiaflorestense. No final das contas, Marcelo foi o vitorioso, obtendo os votos dos vereadores Caristia, Linderval, Zé Nilton, Daniel e do atual presidente, Jorge Januário. Já Eugênio teve o apoio de Leila Emiliano, Nego de Batista, Polyana Dias e Rogério Trindade. Placar final Marcelo 6×5 Eugênio. Sobre a vitória, Marcelo Mesquita declarou o seguinte ao Nísia Digital: “Agradeço primeiramente a Deus, por ter me dado capacidade em todos os momentos desta batalha. Ao apoio da minha família, dos caros colegas vereadores, das minhas lideranças, dos meus amigos íntimos e todos aqueles que torceram por mim. Essa vitória é uma conquista de todos nós, para que juntos possamos fazer ainda mais por nossa querida cidade de Nísia Floresta”.
A chapa que saiu vitoriosa da disputa está composta da seguinte maneira: Marcelo Mesquita, presidente; Jorge Januário, vice; Daniel Marinho, primeiro secretário, e Carista (Edvan de Pontes), segundo secretário. Eugênio Gondim também deu sua declaração ao ND: Parabenizo o vencedor, pois ganhou de forma limpa. Torço e acredito que fará um bom trabalho e no que depender de mim, trabalharemos juntos para enaltecer o nome da Câmara Municipal Municipal de Nísia Floresta. Apesar do processo de escolha ter sido realizado neste momento, o novo presidente só assumirá em 1 de janeiro de 2015. Até lá, seguirá no posto o professor Jorge.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

América segura empate em Chapecó

O América fez um bom jogo se destacando tanto no ataque quanto na defesa, diante da Chapecoense, que mesmo atuando com um jogador a mais — devido a expulsão de Adriano Pardal no 2º tempo — não conseguiu sair do 0 a 0 e amargou o sexto empate consecutivo dentro da série B. O resultado não ameaça a vice-liderança do time catarinense, mas aproximou ainda mais os potiguares da pontuação necessária para afastar o risco de rebaixamento (45 pontos). A equipe alvirrubra volta a campo na próxima terça-feira, dia 12, quando enfrentará o América Mineiro no estádio Nazarenão, por força de outro efeito suspensivo conquistado pelos advogados de defesa do clube. Eles conseguiram adiar a punição de um mando de campo imposta pelo STJD (devido ao uso de sinalizador pelos torcedores americanos no confronto diante do Paysandu), para cumprir apenas na última rodada, contra o Oeste. A diretoria vai levar o jogo para o estádio dos Aflitos, em Recife/PE.
Mesmo diante da vice-líder do campeonato, o time do América não se intimidou e bastou dar a saída para os potiguares mostrarem o cartão de visitas, quando numa investida rápida, Norberto rolou a bola para Régis que bateu de virada e acertou a trave do goleiro Nivaldo. De cara ficou comprovado que se quisesse a vitória, como haviam prometido aos seus torcedores, os jogadores da Chapecoense teriam de gastar muito suor. Vindo de cinco empates consecutivos, os donos da casa não conseguiram se livrar da boa marcação imposta pelo time potiguar. As tentativas de ataque paravam sempre nos pés de algum defensor alvirrubro e o goleiro Andrey foi exigido apenas em lances esporádicos e de pouca dificuldade. Com o adversário completamente dominado em campo, os potiguares criaram e desperdiçaram várias oportunidades de largar na frente. Rodrigo Pimpão pecou pelo preciosismo, num lance aos 14 minutos, quando ele abusou dos dribles na grande área antes de concluir em cima do zagueiro. Depois foi a vez de Adriano Pardal receber de Régis, que puxou outro contragolpe em velocidade, avançar e da entrada da área, ao invés para o camisa dez que se encontrava em melhor condição de marcar, arriscou o chute e errou o alvo. O retrato fiel da primeira etapa foi esse. O América foi melhor e se não tivesse pecado tanto nas finalizações, certamente iria para o intervalo com a vantagem no placar. Mas se os natalenses se sobressaíram pela postura ofensiva na etapa inicial, no tempo complementar o destaque ficou para o sistema defensivo da equipe. A Chapecoense regressou melhor disposta em campo e tomou o domínio territorial do jogo a partir dos 19 minutos, quando Adriano Pardal — que já havia recebido um cartão amarelo — na tentativa de puxar um ataque rápido, tentou dar uma de esperto ao ajeitar a bola com o braço e acabou expulso. A partir de então os catarinenses tomaram conta da situação e insistindo bastante nos cruzamentos para área, criaram algumas situação de perigo. Porém, no duelo com o artilheiro da série B, o goleiro americano levou a melhor. Ele salvou o clube potiguar da derrota em duas oportunidades criadas por Bruno Rangel, ambas cabeçadas muito bem colocadas, na segunda aos 25, Andrey realizou a defesa mais importante do confronto. No final o resultado de 0 a 0 acabou premiando a determinação alvirrubra, que a cada rodada se aproxima mais da salvação contra o rebaixamento.

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